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Claudio Rufino, Pós Graduado em Gestão Empresarial (MBA-Gestão Empresarial), Bacharel em Ciências Contábeis, Técnico em contabilidade, professor de contabilidade, Educador Financeiro, Graduando em Ciências Juridicas. Na década de 90 formado em "Técnico em Contabilidade" precisamente no ano de 1992 pelo Colégio Cenecista Professor Henrique José de Souza(CNEC), no estado do Rio de Janeiro. Pós Geaduado em Gestão Empresarial - MBA pela Universidade Ibirapuera, Graduado em Ciências Contábeis pela FASUP - FACULDADE SUDOESTE PAULISTANO - São Paulo - SP. Atuando como Empresário Contábil na Zona Sul de São Paulo. Atuante na área contábil desde 1993, somando conhecimentos para obter resultados com excelência e qualidade. Claudio Rufino, desde 1993 prestando serviços com excelência e qualidade. www.fcscontabeis.com.br https://www.facebook.com/fcscontabeis

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Carreira... qual é a sua?

Carreira
           
A arte de lidar com colaboradores difíceis

A rotina profissional, por vezes, pode ser desgastante em razão de pessoas com perfil profissional diferente. Há momentos em que um colaborador pode deixar um outro colega nervoso. Com isso, muitos já passaram por situações estressantes ou tiveram de suportar comportamentos desagradáveis no ambiente corporativo.

Não adianta simplesmente trocar de emprego, pois a situação persiste em qualquer ambiente de trabalho. Então, o jeito é aprender a conviver com pessoas diferentes, reagindo da forma mais inteligente, saudável e produtiva possível.

“Esse caso não é privilégio do funcionário A, B, ou C. Acontece com qualquer um, independentemente do cargo ou do tempo de serviço”, afirma a psicóloga e consultora de Recursos Humanos, Fernanda Conti.

Segundo ela, um gerente não pode evitar atitudes ruins e comentários entre funcionários, pois sua função é administrar esses comportamentos. “Sendo assim, o líder deve aprender a cuidar emocionalmente de si mesmo, para que não seja influenciado pelo comportamento dos outros”, orienta a consultora.

Conviver com tantos perfis e comportamentos “especiais” em um grupo é uma das atribuições do líder. Segundo Fernanda, as melhores equipes são formadas por pessoas com qualidades distintas, que sempre agregam valores ao projeto.

O líder deve cuidar para não interpretar mal essas diferenças. “Antes de reagir é preciso aprender a apreciar o que cada pessoa faz de melhor e valorizar suas contribuições”, complementa.

No entanto, o que fazer com os colaboradores difíceis? Demiti-los ou desenvolvê-los? Fernanda orienta que, antes de demiti-los, é preciso testá-lo: “Coloque objetivos específicos para que os funcionários saibam o que precisam fazer para melhorar. Propósitos vagos criam resultados vagos e são imensuráveis. Com o correto direcionamento, o líder poderá medir o desempenho de seus colaboradores e avaliar se vale a pena continuar investindo tempo e dinheiro ou desliga-los da equipe”.

A consultora afirma que é preciso encarar as situações adversas de maneira positiva com funcionários problemáticos, facilitando o trabalho com todos da equipe.

FONTE: CRC/SP

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