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Claudio Rufino, Pós Graduado em Gestão Empresarial (MBA-Gestão Empresarial), Bacharel em Ciências Contábeis, Técnico em contabilidade, professor de contabilidade, Educador Financeiro, Graduando em Ciências Juridicas. Na década de 90 formado em "Técnico em Contabilidade" precisamente no ano de 1992 pelo Colégio Cenecista Professor Henrique José de Souza(CNEC), no estado do Rio de Janeiro. Pós Geaduado em Gestão Empresarial - MBA pela Universidade Ibirapuera, Graduado em Ciências Contábeis pela FASUP - FACULDADE SUDOESTE PAULISTANO - São Paulo - SP. Atuando como Empresário Contábil na Zona Sul de São Paulo. Atuante na área contábil desde 1993, somando conhecimentos para obter resultados com excelência e qualidade. Claudio Rufino, desde 1993 prestando serviços com excelência e qualidade. www.fcscontabeis.com.br https://www.facebook.com/fcscontabeis

segunda-feira, 19 de junho de 2017

DCTF - Programa Gerador da Declaração (PGD)

Aleluia!!! finalmente!!!


ATENÇÃO: Esta versão do programa deve ser utilizada para a elaboração das DCTF referentes aos períodos de apuração de janeiro a abril de 2017 das pessoas jurídicas inativas ou que não tenham débitos a declarar, cujo prazo de entrega vence em 21/7/2017.
A transmissão das declarações preenchidas mediante a utilização desta versão do PGD DCTF Mensal, no entanto, será liberada somente a partir de 26/6/2017, após o término do prazo para a entrega da DCTF (com débitos) referente ao mês de abril de 2017. Durante o período em que o programa estiver disponível apenas para o preenchimento das declarações, solicita-se que qualquer problema verificado seja imediatamente reportado por meio de mensagem à Ouvidoria da RFB.

domingo, 31 de julho de 2016

A legislação trabalhista tem mais de 1.700 regras, entre leis, portarias, normas e súmulas

A legislação brasileira possui "somente mais" de 1.700 [um mil e setecentas regrinhas], que diga-se de passagem, dispensariam comentários que por sua vez, deixa qualquer um ser normal atônito.

A legislação trabalhista tem mais de 1.700 regras, entre leis, portarias, normas e súmulas. Para o professor da USP José Pastore, ela reúne ?absurdos?, que poderiam fazer sentido na década de 1940, quando foram criadas, mas são anacrônicas no século XXI. Imposições legais vão desde hora extra menor que 60 minutos até proibição de divisão de férias em dois períodos de 15 dias para quem tem 50 anos ou mais.

HORA COM MENOS DE 60 MINUTOS - O artigo 71 da CLT prevê que a hora noturna ? entre 22h de um dia e 5h do dia seguinte ? seja de 52 minutos e 30 segundos. Com isso, o trabalhador tem direito a sete minutos e 30 segundos a mais por cada hora trabalhada.

50 ANOS COM FÉRIAS COMPLETAS - Trabalhadores com 50 anos ou mais devem gozar as férias em período único. A permissão para dividir as férias em dois períodos de 15 dias é só para quem tiver até 49 anos.

DESCANSO ANTES DA HORA EXTRA - As mulheres têm direito a descanso de 15 minutos entre a jornada regular de trabalho e o início da hora extra. O benefício foi considerado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de 2014.

PRAZO DE DOIS ANOS DE PRESCRIÇÃO - A legislação prevê um prazo de até dois anos para que os trabalhadores reclamem na Justiça sobre violações trabalhistas. O prazo, segundo Pastore, é superior ao de outros países. Na Alemanha, a prescrição é de algumas semanas.

ENTRAR E SAIR EM 10 MINUTOS - A CLT estabelece tempo máximo de dez minutos para que os trabalhadores entrem e saiam da empresa, incluído nesse período o tempo para saída na hora do almoço. Pastore pondera que esse tempo pode ser suficiente para quem trabalha em empresa menores, mas para os operários de uma siderúrgica, que passam por pátio até chegar ao portão da fábrica, esse tempo não é suficiente.

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? Esse tempo pode ser negociado entre as partes, não precisa estar na lei.

ACORDOS ETERNOS - Segundo Pastore, há súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que torna válida para sempre cláusulas negociadas nas convenções coletivas. Elas não têm prazo de validade. Se uma das partes quiser aquela cláusula, ela não vai cair, mesmo que a conjuntura econômica ou as condições de trabalho mudem, afirma o sociólogo.

PONTO NA EMPRESA - O especialista chama a atenção para a obrigatoriedade de se marcar o ponto na empresa. Mesmo que o empregado possa trabalhar em casa ou tenha que se deslocar para outro local para trabalhar, ele é obrigado a passar na companhia primeiro para marcar o ponto.

Fonte: Jornal Contabil.

Notícia publicada sexta-feira, 29 de julho, 2016

Contabilizando simples nacional - vamos aprender!



Coquetel de impostos, assim podemos denominar o “Simples Nacional” que implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições:

a) Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ;
b) Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI;
c) Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL;
d) Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS,
e) Contribuição para o PIS/PASEP;
f) Contribuição Patronal Previdenciária - CPP
g) Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS; e
h) Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.

As entidades devem evidenciar os tributos na linha “Deduções de Tributos, Abatimentos e Devoluções” conforme Resolução CFC nº 1.418/2012 que aprova a ITG 1000 que apresenta o modelo contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte.
 
Sendo o recolhimento feito em documento único, na contabilidade temos os seguintes lançamentos:
Pela provisão do imposto:
D- (-) Simples Nacional (Conta de Resultado - conta redutora da receita bruta)
C- Simples Nacional a Pagar (Passivo Circulante)
 
Pelo pagamento do imposto:
D- Simples Nacional a Pagar (Passivo Circulante)
C- Bancos C/Movimento (Ativo Circulante)


Troca de mercadorias em garantia



Caros amigos do professor Rufino, muito bom dia, hoje domingão, 31 de julho ddo ano de 2016, pois bem, vamos aprender como contabilizar “troca de mercadorias em garantia”, nesse sentido, vale a pena observar que na troca de mercadoria em garantia, a empresa que vendeu o produto devolve ao fabricante a mercadoria defeituosa, para que a mesmo mande novo produto em substituição ao anterior. Nestas operações, sendo o ônus suportado pelo fabricante, não há necessidade de lançá-lo em conta de estoque ou resultado, mas poderá ser controlado em conta de compensação.

A empresa que efetua a troca poderá adotar o seguinte lançamento contábil:

Pelo envio da mercadoria defeituosa ao fabricante:

D- Recebimento de Mercadoria em Garantia (Conta de Compensação Ativa)
C- Envio de Mercadoria em Garantia Enviada ao Fabricante (Conta de Compensação Passiva)

Pelo retorno da mercadoria e entrega ao cliente:

D- Envio de Mercadoria em Garantia Enviada ao Fabricante (Conta de Compensação Passiva)
C- Recebimento de Mercadoria em Garantia (Conta de Compensação Ativa)
FCS Soluções Contábeis

sábado, 30 de julho de 2016

CONSIGNAÇÃO DE MERCADORIAS - vamos contabilizar.



Consignante: Aquele que remete a mercadoria para a venda.
Consignatário: Aquele que recebe a mercadoria para vender.

Na consignação mercantil, como não ocorre a transferência da propriedade da mercadoria, tal operação é registrada em conta de compensação.

No Consignante haverá a incidência de ICMS e IPI, dependendo do caso e para o Consignatário, haverá o crédito destes impostos, sendo tais operações registradas em contas de compensação.

No Consignante teremos a seguinte contabilização:

Pela remessa em consignação:

D- Mercadorias Enviadas em Consignação (Conta de Compensação Ativa)
C- Remessa de Mercadorias em Consignação (Conta de Compensação Passiva)

Pela contabilização do ICMS na remessa em consignação:

D- ICMS – Crédito sobre Consignação (Ativo Circulante)
C- ICMS a Recolher (Passivo Circulante)

Pela contabilização do IPI na remessa em consignação:

D- IPI – Crédito sobre Consignação (Ativo Circulante)
C- IPI a Recolher (Passivo Circulante)

Pela contabilização da venda da mercadoria pelo Consignatário:

D- Clientes – Disponibilidades (Ativo Circulante)
C- Receita com Vendas de Mercadorias (Conta de Resultado)
C- IPI – Crédito sobre Consignação (Ativo Circulante)

Pelo lançamento do ICMS na venda:

D- ICMS sobre Vendas (Conta de Resultado)
C- ICMS – Crédito sobre Consignação (Ativo Circulante)

Pela baixa das mercadorias remetidas em consignação e vendidas:

D- Remessa de Mercadorias em Consignação (Conta de Compensação Passiva)
C- Mercadorias Enviadas em Consignação (Conta de Compensação Ativa)

Pela baixa das mercadorias remetidas em consignação não vendidas:

D- Remessa de Mercadorias em Consignação (Conta de Compensação Passiva)
C- Mercadorias Enviadas em Consignação (Conta de Compensação Ativa)

Pela contabilização do ICMS no retorno das mercadorias não vendidas:

D- ICMS a Recolher (Passivo Circulante)
C- ICMS – Crédito sobre Consignação (Ativo Circulante)

Pelo registro do IPI no retorno das mercadorias não vendidas:

D- IPI a Recolher (Passivo Circulante)
C- IPI – Crédito sobre Consignação (Ativo Circulante)

No Consignatário teremos os seguintes lançamentos:

Pela contabilização da entrada das mercadorias em consignação:

D- Mercadorias Consignadas (Conta de Compensação Ativa)
C- Mercadorias Recebidas em Consignação (Conta de Compensação Passiva)

Pela contabilização do ICMS na entrada das mercadorias:

D- ICMS a Recuperar (Ativo Circulante)
C- ICMS sobre Consignação (Passivo Circulante)

Pela contabilização da aquisição parcial dos produtos consignados:

D- Mercadorias para Revenda – Estoques (Ativo Circulante)
D- ICMS sobre Consignação (Passivo Circulante)
C- Fornecedores (Passivo Circulante)

Pela contabilização da venda de parte das mercadorias consignadas:

D- Clientes – Disponibilidades (Ativo Circulante)
C- Receita com Vendas de Mercadorias (Conta de Resultado)

Pelo ICMS sobre vendas:

D- ICMS sobre Vendas (Conta de Resultado)
C- ICMS a Recolher (Passivo Circulante)

Pela baixa parcial da aquisição das mercadorias em consignação:

D- Mercadorias Recebidas em Consignação (Conta de Compensação Passiva)
C- Mercadorias Consignadas (Conta de Compensação Ativa)

Pela contabilização do retorno das mercadorias não vendidas:

D- Mercadorias Recebidas em Consignação (Conta de Compensação Passiva)
C- Mercadorias Consignadas (Conta de Compensação Ativa)

Pela contabilização do ICMS incidente sobre o retorno ao consignante:

D- ICMS sobre Consignação (Passivo Circulante)
C- ICMS a Recuperar (Ativo Circulante)

AJUSTES CONTÁBEIS DE EXERCÍCIOS ANTERIORE - uma duvida recorrente



Os lançamentos fatos contábeis registrados de maneira errada encerrado o exercício, e conseqüentemente lançados no Livro Diário, podem interferir de maneira significativa na apuração do resultado da entidade e com isso até mesmo alterar a base de cálculo do IRPJ e CSLL do período em questão.

Os ajustes de exercícios anteriores são apenas os imputados a mudança de critério contábil, ou da retificação de erro de exercícios anteriores, e que não vão poder ser atribuídos nos próximos períodos.

Tais correções serão lançadas em contrapartida do Patrimônio Líquido, na conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados, podendo ser a débito ou a crédito dependendo do ajuste aplicado.

Os lançamentos contábeis mais comuns feitos pelas empresas são os decorrentes de despesas lançadas a menor, receita lançada a menor, e a falta de lançamento de um bem do Ativo, pela alienação, perda ou deterioração.

Para exemplificarmos tal correção, consideremos um Máquina Industrial ainda constando no Imobilizado, mesmo depois de vendida no período anterior.

Teríamos a seguinte contabilização do ajuste:

D- Ajustes de Exercícios Anteriores (Patrimônio Líquido)
C- Máquina Industrial – Imobilizado (Ativo Não Circulante)

Pelo ajuste do Imobilizado ao final do período na apuração do Lucro/Prejuízo:

D- Lucro/Prejuízo Acumulado (Patrimônio Líquido)
C- Ajustes de Exercícios Anteriores (Patrimônio Líquido)

Pela baixa da Depreciação:

D- Depreciação Acumulada – Conta Redutora (Ativo Não Circulante)
C- Ajustes de Exercícios Anteriores (Patrimônio Líquido)

Pelo ajuste da depreciação ao final do período na apuração do Lucro/Prejuízo:

D- Ajustes de Exercícios Anteriores (Patrimônio Líquido)
C- Lucro/Prejuízo Acumulado (Patrimônio Líquido)